É a peça de teatro que fui ver ontem à noite.
Para além de ser uma peça cheia de humor e boa disposição, também fala daqueles que partem, estão sempre a partir - da aldeia para a cidade, da cidade para a capital, da capital para outra capital maior.
Uma sátira ao trabalho dos artistas que, para crescerem e ganharem mais dinheiro, têm de sair das sua raízes.
Valeu, também, para (re)encontrar melhores amigos, antigos amigos que já não se via há 15 anos e relembrar as nossas próprias bandas de garagem: os KEG (Kristo era Gay), os WarGasmos, os Mau Aspecto, os HighDread, os Feed, os Clã nos seus tempos iniciais (vá, podem-se rir dos nomes!)
Rir, dentro e fora da peça. Entre amigos.
A ver, no Teatro Carlos Alberto, no Porto.
__________________Atenção: Não há potes de ouro no fim do arco-iris!__________________
Saturday, February 7, 2009
Friday, February 6, 2009
Wednesday, January 28, 2009
ATLÉTICA??? SURE, MAN...
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You are Robin
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Young and acrobatic. You don't mind stepping aside to give someone else glory. ![]() |
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Tuesday, January 27, 2009
SEREI EU QUE SOU EXIGENTE E PRECONCEITUOSA?

É que me faz espécie uma mulher ser mãe há 2 meses e ainda não ter dado banho ao filho uma única vez?
Deve ser alguma incapacidade de compreensão minha... Deve ser isso...
P.S.: Feliz Ano Novo!
Tuesday, December 30, 2008
Não me f**** o juízo
Introdução: Não me f**** o juízo é o nome do livro que ando a ler. (Don't ask me why.)
É giro que se farta e (tenta) explica(r) o conceito subjacente à ideia que dá título ao livro.
«F**** o juízo envolve depositar sementes na cabeça de outra pessoa, as quais adquirem vida própria e podem espalhar-se pela população. E há dois tipos com que lidar: as boas e as más. As boas passam de pessoa para pessoa através da persuasão racional, mas há também os tipos malignos, que simplesmente deitam as garras nas mentes das pessoas e não largam; trata-se de f**** o juízo negativamente. Exemplo: as cançonetas. A melodia entra-lhe na cabeça, instala-se e não o deixa — f******-lhe musicalmente o juízo. O escritor de cançonetas sabe que o seu cérebro tem um fraquinho por melodias apelativas e rimas tolas e joga com isto para lhe meter na cabeça as cançonetas publicitárias, que o leitor pode então cantarolar por aí. Foi mentalmente assediado, cranianamente importunado. O mesmo se aplica a frases feitas, lugares-comuns e preconceitos; tudo isto exemplos em que nos f**** o juízo, negativamente.»
Finalmente percebi porque raio o Toni Carreira e a música da Popota não me saem da cabeça!
Já me f****** o juízo. :D
É giro que se farta e (tenta) explica(r) o conceito subjacente à ideia que dá título ao livro.
«F**** o juízo envolve depositar sementes na cabeça de outra pessoa, as quais adquirem vida própria e podem espalhar-se pela população. E há dois tipos com que lidar: as boas e as más. As boas passam de pessoa para pessoa através da persuasão racional, mas há também os tipos malignos, que simplesmente deitam as garras nas mentes das pessoas e não largam; trata-se de f**** o juízo negativamente. Exemplo: as cançonetas. A melodia entra-lhe na cabeça, instala-se e não o deixa — f******-lhe musicalmente o juízo. O escritor de cançonetas sabe que o seu cérebro tem um fraquinho por melodias apelativas e rimas tolas e joga com isto para lhe meter na cabeça as cançonetas publicitárias, que o leitor pode então cantarolar por aí. Foi mentalmente assediado, cranianamente importunado. O mesmo se aplica a frases feitas, lugares-comuns e preconceitos; tudo isto exemplos em que nos f**** o juízo, negativamente.»
Finalmente percebi porque raio o Toni Carreira e a música da Popota não me saem da cabeça!
Já me f****** o juízo. :D
Monday, December 15, 2008
Assim está melhor
Assim, sim - foram as palavras emocionadas do Blog, que afirmou ainda sentir-se muito menos votado ao ostracismo por parte da blogoesfera. As declarações surgem na sequência do post escrito anteriormente e dos respectivos comentários. Recorde-se que há mais de um mês que o blog não era actualizado.
Mesmo assim, segundo o mesmo, ainda há muito trabalhinho a fazer para que este espaço não entre no esquecimento. E, como é Natal, época de esperança, de solidariedade e generosidade, aproveitou a oportunidade para apelar à ajuda urgente de todas as intervenientes.
Mesmo assim, segundo o mesmo, ainda há muito trabalhinho a fazer para que este espaço não entre no esquecimento. E, como é Natal, época de esperança, de solidariedade e generosidade, aproveitou a oportunidade para apelar à ajuda urgente de todas as intervenientes.
Thursday, December 11, 2008
'Tá mal!
A malta cria os blogs e depois abandona-os. 'Tá mal. Coitadinho do blog... não vêem que se sente sozinho, com falta de palavrinhas escritas e de comentáriozitos?
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